domingo, 16 de setembro de 2018

PARABÉNS CAXAMBU



Caxambu!... Caxambu!...
És um vale florido de amor!
Caxambu!...Caxambu!...
Lembrarei com saudades onde for!...

(trecho do Hino de Caxambu. Autor: Mauricio Ferreira)

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL


Conhecido como o Dia da Independência, 7 de Setembro é um feriado marcado por eventos como desfiles cívico-militares por todo o País, aos quais milhares de pessoas comparecem. Mas qual foi a estaca zero dessa tradição?
Confira abaixo, em ordem cronológica, os acontecimentos que culminaram nessa data histórica:
1. Antecedentes separatistas
No fim do século XVIII, rebeliões como a Inconfidência Mineira, em 1789, e a Conjuração Baiana (1798) eclodiam, com objetivo de romper a dominação portuguesa sobre o Brasil e estabelecer a independência.
A inconfidência mineira, da qual participou Tiradentes, foi liderada por mineradores e coronéis, e a Conjuração Baiana, conhecida também por Revolta dos Alfaiates, por brancos e negros pobres. Ambas, no entanto, foram violentamente reprimidas pelos governos dos Estados.
2. Chegada da Família Real
Do outro lado do mundo, a tropa francesa de Napoleão Bonaparte conquistava vários países da Europa e proibia relações comerciais com sua última grande inimiga: a Inglaterra. Portugal não aderiu às determinações de Napoleão, e o francês invadiu seu território, obrigando Dom João e a corte a fugirem para o Brasil. Eles chegaram aqui em 22 de janeiro de 1808, escoltados por navios ingleses.
3. Primeiro vislumbre de liberdade
Como recompensa pela proteção oferecida, a Inglaterra exigiu que o Brasil tivesse relações comerciais com o país europeu. O comércio brasileiro era, até então, restrito a Portugal.
A abertura dos portos para nações amigas permitiu que o Brasil começasse a se emancipar economicamente de sua metrópole, afinal, Portugal não tinha condições de competir com a potência comercial dos ingleses.
Um mês depois de sua chegada, Dom João organizou a estrutura administrativa do governo: nomeou ministros de Estado, criou órgãos públicos, instalou tribunais de justiça e criou o Banco do Brasil.
Essas medidas e outras, culturais e econômicas, contribuíram para a emancipação política brasileira. O País foi elevado à categoria de sede administrativa das relações com a metrópole. Na prática, isso significava autonomia também no âmbito administrativo.
4. Revoluções lá e cá
Altos impostos, a fome causada pela grande seca de 1816 e o luxo da corte portuguesa provocaram indignação e levaram à Revolução Pernambucana. Inspirados pela Revolução Francesa, vários grupos de interesses diversos participaram do movimento, mas havia um objetivo unânime: a Proclamação da República.
O governador, Caetano Pinto de Miranda Montenegro, ordenou a prisão dos revoltosos, mas a medida teve o efeito contrário: além de resistir à repressão militar, os rebeldes prenderam o governante e tomaram o poder.
Durante 75 dias, os revolucionários permaneceram no poder, até serem dura e violentamente atacados por tropas, armas e navios enviados pelo próprio Dom João. Eles cederam em 19 de maio de 1817.
Anos depois, líderes da Revolução Liberal, em Portugal, tomaram o poder na metrópole, obrigando, assim, Dom João e a corte a retornar para seu país de origem, em 26 de abril de 1821. O herdeiro, Dom Pedro, assumiu o governo.
5. Duelo das elites
A burguesia portuguesa tomou medidas que limitavam a autonomia brasileira e enfraqueciam a autoridade de Dom Pedro e, além disso, exigia a volta do príncipe regente a Portugal.
Do lado de cá, comerciantes e donos de terra sentiram que as medidas ameaçavam seus negócios. Resolveram, então, apoiar Dom Pedro e incentivá-lo a desobedecer as ordens que chegavam de Lisboa.
Nesse contexto, foi criado o Partido Brasileiro, organizado para enfrentar e resistir ao projeto do governo português de recolonizar o País.
6. Dia do Fico
Em 9 de janeiro de 1822 e com todo o suporte do Partido Brasileiro, Dom Pedro tomou a decisão definitiva sobre as ordens da corte para que retornasse.
A declaração é replicada até hoje nos livros de história. “Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico”. Por conta do discurso, o episódio ficou conhecido como Dia do Fico.
7. Ruptura definitiva
Apesar da decisão de Dom Pedro, os confrontos com a corte portuguesa permaneceram e chegaram ao ponto de, sempre amparado pelas elites e o Partido Brasileiro, o príncipe regente determinou a ruptura política entre Brasil e Portugal.
Em 7 de setembro de 1822, foi proclamada, oficialmente, a independência do Brasil, em São Paulo. Quando regressou ao Rio de Janeiro, Dom Pedro foi aclamado imperador e coroado com o título de Dom Pedro I, em dezembro de 1822.
Fonte: Portal Brasil

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Só por hoje, tente fazer uma tarefa de cada vez


A ansiedade é o mal do nosso século. Queremos que tudo aconteça na hora, vivemos com a sensação de estarmos atrasados, pensamos sempre na próxima coisa que devemos fazer. E assim os dias voam, as tarefas se acumulam e a aflição só aumenta.
O trabalho é um dos locais onde a ansiedade se manifesta de forma mais intensa. Ficamos sempre atentos para qualquer mensagem que chega, com medo de perdermos um WhatsApp do chefe ou um email do cliente. Se fomos nós que enviamos a mensagem, queremos saber se a resposta chegou.
O problema é que, ao ficarmos em estado de alerta junto ao celular, deixamos de nos concentrar nas tarefas relevantes. Perdemos um tempo precioso que deveria ser gasto produzindo, não esperando mensagens que muitas vezes não são importantes.
Checar o celular a todo instante é um dos hábitos que deveríamos rever. Eu sei que não é fácil. E sei também que, na maior parte do tempo, devemos estar à disposição do chefe e dos clientes. Porém, se não nos policiarmos para manter a concentração, o trabalho não vai andar. Lembre-se disso da próxima vez que interromper um raciocínio para verificar seu telefone.
Outro grande foco de ansiedade são os prazos. Como estamos cada vez mais atarefados, a agonia com as datas de entrega só tem aumentado. Quem ocupa posição de chefia costuma ter mais um agravante: além de ficar apreensivo com a conclusão de suas tarefas, sofre com as datas de entrega dos subordinados. 
O resultado é uma cobrança incessante. Quantas vezes por dia seu chefe lhe interrompe para perguntar se está tudo bem com seu projeto? E você, que ocupa posição de chefia, quantas vezes atrapalha seus funcionários para perguntar: "Tem certeza de que vai dar tempo?".
Atitudes como essas não fazem bem para ninguém. É claro que há pessoas irresponsáveis, que precisam ser cobradas. Mas elas não são a maioria. Precisamos lembrar que interrupções constantes causam perda de produtividade. E a ansiedade só nos deixa mais estressados. Parece que estamos vigiados, com a faca no pescoço. Ninguém consegue trabalhar bem assim.
Por isso, eu diria que uma das coisas mais importantes para um profissional hoje é saber controlar a ansiedade. Ela pode ser uma aliada se você souber usá-la a seu favor. Que tal canalizar essa energia para se transformar em uma pessoa mais organizada, que planeja suas tarefase se concentra em uma coisa de cada vez?
A única forma de combater esse mal é focar no presente, sem devaneios sobre o passado ou o futuro. Quando estiver produzindo algo, tente não interromper sua tarefa para pensar outra coisa. Tente fazer uma coisa de cada vez. Só assim você terá a calma e o tempo necessários para seguir para a próxima tarefa sem tanto sofrimento.
Américo José
Consultor empresarial, palestrante e sócio-diretor da ChertoAtco. É formado em propaganda e marketing.

Fonte: FOLHA

sábado, 25 de agosto de 2018

DIA DO SOLDADO


No dia 25 de agosto comemora-se o dia do soldado. A escolha da data foi em homenagem ao aniversário de Duque de Caxias, Luis Alves de Lima e Silva, que se tornou patrono do exército brasileiro.
Soldados são pessoas que se alistam para prestar serviços na defesa do país, no Exército, Marinha ou Aeronáutica, além das corporações ligadas ao Estado, como o corpo de bombeiros, polícia militar, e outros.
Nascido em 1803, na Vila de Porto Estrela, na cidade do Rio de Janeiro, Duque de Caxias teve sua carreira militar iniciada ainda bem pequeno, aos cinco anos de idade, como cadete de primeira classe.
Aos trinta e quatro anos foi o responsável por apaziguar a região maranhense onde aconteceu a revolta da Balaiada. Além dessa, foi vitorioso em várias rebeliões em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul – como na revolta dos Farrapos.
Atuava junto de D. Pedro II, o que o tornou ministro da guerra por três vezes consecutivas.
A vitória conquistada de maior importância para o Brasil foi a da guerra do Paraguai, em 1869, onde conquistou o título de Duque. 
Sua carreira no exército durou cerca de sessenta anos, vindo a falecer no ano de 1880, após grandes conquistas.
Os soldados são pessoas de honra, que cuidam da defesa da população, vigiando as ruas das cidades contra assaltos, homicídios, drogas e outros crimes. Também fazem resgates e socorrem pessoas em acidentes.
As especializações ou áreas de trabalho dos soldados estão divididas em infantaria, artilharia, cavalaria, engenharia, logística e serviços, e étnicos.
Parabéns! 

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Poder a delegado para definir proteção a mulher avança no Congresso


Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (14) projeto de lei que autoriza delegados e policiais a darem medidas protetivas para mulheres em situação de violência doméstica. O texto segue para análise do Senado.
O projeto altera a lei Maria da Penha, que fortaleceu o combate à violência contra a mulher no Brasil. A lei foi sancionada em 7 de agosto de 2006.
Pela proposta, em caso emergencial, a autoridade policial pode tomar as medidas de afastamento do agressor e deve comunicar a um juiz em prazo máximo de 24 horas. O magistrado decide então pela manutenção ou não da medida.
Hoje, a lei estabelece que o juiz seja comunicado em até 48 horas sobre as agressões contra a mulher, para que então sejam decididas as medidas protetivas.
Embora as mulheres representem uma pequena parcela do total de homicídios que ocorreram no Brasil no ano passado (4.539 de 55.900 no país todo), isso não quer dizer que elas estejam menos expostas à violência: 193 mil mulheres registraram queixa por violência doméstica no ano passado, a maior parte do total de 221 mil casos.
Em média, 530 mulheres acionam a lei Maria da Penha por dia -queda de 1% em relação a 2016.
Os dados foram levantados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgados no dia 9 de agosto.
Fonte: FOLHA

FELIZ 2021